Diante
da realidade atual em que vivemos, em que a ética e os valores morais parecem
estar tão esquecidos, torna-se cada vez mais importante refletir e discutir a
respeito de um problema tão grave e que cada dia aumenta alarmantemente, que é
o problema do uso e da dependência de drogas (e a destrutividade que esta causa
nos mais diferentes âmbitos).
A grande maioria dos seres humanos, durante a vida, faz contato com algum tipo de droga, seja legal ou proibida. (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas; SENAD, Fé na Prevenção 3º edição, Brasília 2014). O consumo vem aumentando cada vez mais. As drogas sempre estiveram ligadas a poderes econômicos; por isto, juntamente com a sensação de prazer que esta causa, a sua eliminação é tão difícil.
A grande maioria dos seres humanos, durante a vida, faz contato com algum tipo de droga, seja legal ou proibida. (Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas; SENAD, Fé na Prevenção 3º edição, Brasília 2014). O consumo vem aumentando cada vez mais. As drogas sempre estiveram ligadas a poderes econômicos; por isto, juntamente com a sensação de prazer que esta causa, a sua eliminação é tão difícil.
Atualmente
os jovens pertencentes as mais diferentes classes ou contextos sociais estão
sujeitos e expostos, direta ou indiretamente, a situações de risco. As drogas
não fazem parte apenas da realidade da favela ou de partes menos favorecidas da
sociedade; mas sim da realidade de todos os indivíduos. A droga pode estar
presente nos mais diversos contextos (na família, na escola,
nas ruas, na casa de amigos ou dentro de casa, em festas, etc), e atinge as
mais diferentes classes sociais. Ou seja, o problema do tráfico e do uso de
drogas é um problema de toda a sociedade.
Com isto, o objetivo desse trabalho é informar e promover a reflexão a respeito deste tema tão polêmico e complexo. Para que cada um, a se modo, possa encontrar maneiras de colaborar na questão da prevenção ou reabilitação do uso de drogas; tendo a consciência, despida de preconceitos, de que a melhor forma de compreender o fenômeno é através de uma perspectiva sistêmica, e não linear. Apenas desta forma saberemos realmente entenderá o problema, e poderá intervir da melhor forma nos sistemas relacionados.
Com isto, o objetivo desse trabalho é informar e promover a reflexão a respeito deste tema tão polêmico e complexo. Para que cada um, a se modo, possa encontrar maneiras de colaborar na questão da prevenção ou reabilitação do uso de drogas; tendo a consciência, despida de preconceitos, de que a melhor forma de compreender o fenômeno é através de uma perspectiva sistêmica, e não linear. Apenas desta forma saberemos realmente entenderá o problema, e poderá intervir da melhor forma nos sistemas relacionados.
Drogas:
Drogas são substâncias utilizadas para produzir alterações, ou seja, mudanças nas sensações, nas percepções, no grau de consciência, no estado emocional, no psicológico, no comportamento, e no “estado de espírito”. De acordo com Dalgalarrondo (2000), uma droga psicoativa é qualquer substância química que, quando ingerida, modifica uma ou várias funções do SNC, produzindo efeitos psíquicos e comportamentais.
Drogas são substâncias utilizadas para produzir alterações, ou seja, mudanças nas sensações, nas percepções, no grau de consciência, no estado emocional, no psicológico, no comportamento, e no “estado de espírito”. De acordo com Dalgalarrondo (2000), uma droga psicoativa é qualquer substância química que, quando ingerida, modifica uma ou várias funções do SNC, produzindo efeitos psíquicos e comportamentais.
Ao
contrário do que muitos ainda pensam, drogas não se restringe apenas a substâncias
ilegais / ilícitas. Também são consideradas drogas substâncias lícitas, por
exemplo: cigarro; álcool; as prescritas por médicos (como remédio para emagrecer,
ou até mesmo antidepressivos); ou aquelas que podem ser compradas em mercados
ou lojas (como solventes, cola de sapateiro, etc). Cada vez mais, usuários e
dependes descobrem uma nova droga; e a cada descoberta de uma substância que
pode causar o prazer esperado, estes divulgam a outros, através do “boca a
boca”, esta nova “descoberta”.
O efeito da droga inicialmente é muito sedutor. Quando um indivíduo usa uma droga, esta, em geral, causa de alguma forma uma grande sensação de prazer. Esta sensação é determinada pelo sistema de recompensa (existente em todos os seres humanos), devido a uma grande liberação de neurotransmissores (como a dopamina) que a droga provoca. Quando se ativa este sistema de recompensa e o organismo sente um grande prazer, este estimula a repetição da ação / comportamento (usar a droga) para produzir mais prazer, aí, sob a forma de desejo.
Além disso, o ser humano sempre gostou de testar os limites, ir além do permitido. Todos temos limites, mas não temos certeza de onde estão. Algumas drogas nos permitem a sensação de que podemos transpô-los, ir além, de nos sentirmos poderosos, capazes.
O efeito da droga inicialmente é muito sedutor. Quando um indivíduo usa uma droga, esta, em geral, causa de alguma forma uma grande sensação de prazer. Esta sensação é determinada pelo sistema de recompensa (existente em todos os seres humanos), devido a uma grande liberação de neurotransmissores (como a dopamina) que a droga provoca. Quando se ativa este sistema de recompensa e o organismo sente um grande prazer, este estimula a repetição da ação / comportamento (usar a droga) para produzir mais prazer, aí, sob a forma de desejo.
Além disso, o ser humano sempre gostou de testar os limites, ir além do permitido. Todos temos limites, mas não temos certeza de onde estão. Algumas drogas nos permitem a sensação de que podemos transpô-los, ir além, de nos sentirmos poderosos, capazes.
Compreensão do
fenômeno.
Para que o fenômeno seja compreendido em sua totalidade, e da maneira mais fidedigna possível, é necessário que se perceba este através de um olhar sistêmico. Levando sempre em conta a função dos sintomas / o que estes querem dizer e para aonde estão apontando. Lembrando sempre que o indivíduo, no caso o usuário de droga, não é isolado, mas que pertence a vários sistemas; e que o tempo todo afeta e é afetado por estes. Desta forma, o fenômeno do uso de drogas é dinâmico, muito complexo, e jamais pode ser visto isoladamente. É através desta perspectiva que o todos devemos entender, agir e direcionar nossa participação e trabalho; buscando compreender todo o sistema, identificando as causas dos sintomas envolvidos (sendo que o uso de drogas por si já é um sintoma).
Para entender como funciona o uso e dependência de drogas é essencial que se leve em conta três aspectos: características pessoais do dependente e sua história de desenvolvimento; natureza do ambiente onde vive; e características farmacológicas da droga, quantidade usada, freqüência de uso e via de administração. (Esslinger e Kovács, 1998).
Apesar de todas as campanhas contra o uso de drogas, e toda a informação a respeito das conseqüências negativas que estas trazem, o número de usuários e dependentes aumenta cada vez mais (pela falta de limites impostos, falta de cuidado, de informações, e pela facilidade de acesso e informação enganosa que se tem sobre as drogas; dentre vários outros motivos, que dizem respeito não apenas ao usuário e a família, mas à sociedade como um todo).
Para que o fenômeno seja compreendido em sua totalidade, e da maneira mais fidedigna possível, é necessário que se perceba este através de um olhar sistêmico. Levando sempre em conta a função dos sintomas / o que estes querem dizer e para aonde estão apontando. Lembrando sempre que o indivíduo, no caso o usuário de droga, não é isolado, mas que pertence a vários sistemas; e que o tempo todo afeta e é afetado por estes. Desta forma, o fenômeno do uso de drogas é dinâmico, muito complexo, e jamais pode ser visto isoladamente. É através desta perspectiva que o todos devemos entender, agir e direcionar nossa participação e trabalho; buscando compreender todo o sistema, identificando as causas dos sintomas envolvidos (sendo que o uso de drogas por si já é um sintoma).
Para entender como funciona o uso e dependência de drogas é essencial que se leve em conta três aspectos: características pessoais do dependente e sua história de desenvolvimento; natureza do ambiente onde vive; e características farmacológicas da droga, quantidade usada, freqüência de uso e via de administração. (Esslinger e Kovács, 1998).
Apesar de todas as campanhas contra o uso de drogas, e toda a informação a respeito das conseqüências negativas que estas trazem, o número de usuários e dependentes aumenta cada vez mais (pela falta de limites impostos, falta de cuidado, de informações, e pela facilidade de acesso e informação enganosa que se tem sobre as drogas; dentre vários outros motivos, que dizem respeito não apenas ao usuário e a família, mas à sociedade como um todo).
Causas
:
Na
realidade tudo começa muito cedo. Quando o indivíduo é ainda criança, e vê os
pais ou adultos os quais admira fumando ou bebendo de maneira natural; ou
quando vê na televisão propagandas que associam a bebida alcoólica à
felicidade, prazer, e bem-estar (o marketing vende uma imagem positiva da bebida
alcoólica). Já nesta fase existe o início de uma possível conivência ou
curiosidade futura para experimentar tais substâncias. Os anúncios vistos pelas
crianças ficam gravados como vontades adormecidas que despertarão na
adolescência.
A partir da primeira vez que o adolescente beber, se ele gostar da experiência, com certeza repetirá a experiência. Sendo que a sociedade também aceita com naturalidade este fato. A experiência de beber se repete cada vez mais, e em doses maiores. O álcool é um grande ponto de partida para a utilização de outras drogas; uma vez que diminui as resistências do superego e a auto sensura. Quando se está totalmente lúcido é mais fácil discernir o que se deve ou não fazer; quando se está sob os efeitos do álcool, muitas atitudes são levadas pela impulsividade e inconseqüência.
Quando o adolescente começa a ter mais liberdade e autonomia, e passa a ficar mais tempo fora de casa ele começa a perceber o outro lado das drogas. Em casa ele era “protegido” e recebia informações de que as drogas ilícitas só têm um lado ruim e negativo. Quando o adolescente tem o primeiro contato com usuários (em festas, no clube, na escola, com amigos de amigos, etc) ele percebe que estes, muitas vezes, são simpáticos, sociáveis e “populares”. Por dar muito valor ao grupo de amigo (característica da adolescência normal), ele passa a fazer o que “todo mundo” faz. Tiba (2007) afirma que, aos poucos, o adolescente vai reunindo muita informação sobre a maconha, que contradiz tudo o que aprendeu quando criança. Não importa se as fontes são pouco confiáveis. A passagem da maconha para outras drogas se da pela busca de prazeres maiores. Em geral, não importando o tipo de droga.
Paralelamente são muitas as causas que levam um indivíduo a usar drogas, sendo que nunca aparecem isoladamente (trata-se de uma interação de vários fatores; de ordem pessoal, familiar e social); dentre estas, sob um ponto de vista psicológico, se destacam: influência dos amigos e tendência grupal (característica comum à adolescência, como uma necessidade de pertença, auto-afirmação, valorização, ou relação afetiva significativa); busca de identidade (também característica comum da adolescência); dificuldades para lidar com a frustração / dificuldade em enfrentar e/ou agüentar situações difíceis ou desagradáveis; imediatismo; busca por prazer; desejo de fuga e/ou esquiva (da realidade, de problemas familiares, de sensações de vazio – o indivíduo busca preencher este com a droga, etc); camuflagem destas sensações de vazio; fuga do dor. Ainda se destacam como principais causas: busca da diminuição da timidez, para ter coragem de apresentar atitudes que sem o uso de tais substâncias não apresentaria; vontade; curiosidade; busca de calma / tranqüilidade; busca de estimulantes / estimulação; sensação (ilusória) de poder; desinformação; hábito; dependência; facilidade de acesso e obtenção de drogas; dentre outros.
Na
realidade, fazendo uso de uma frase citada pelo Ministério da Saúde, “não existem
graus seguros para o uso desta substância”. Ou seja, de alguma forma sempre
algum dano será causado, em maior ou menor escala. Segundo Tiba (2007),
independentemente da qualidade do relacionamento com a droga, ela será sempre
destrutiva para o usuário, seus familiares e a sociedade.
Outro fenômeno associado ao uso de drogas é o da tolerância. O usuário vai ficando cada vez mais resistente aos efeitos da substância; e passa a usar uma quantidade cada vez maiôs para obter a mesma potencialidade dos efeitos iniciais.
A síndrome de abstinência ocorre quando o organismo e/ou a psique sofrem a falta da droga quando a ingestão desta é interrompida ou retirada. Está relacionada à dependência e à tolerância.
Outro fenômeno associado ao uso de drogas é o da tolerância. O usuário vai ficando cada vez mais resistente aos efeitos da substância; e passa a usar uma quantidade cada vez maiôs para obter a mesma potencialidade dos efeitos iniciais.
A síndrome de abstinência ocorre quando o organismo e/ou a psique sofrem a falta da droga quando a ingestão desta é interrompida ou retirada. Está relacionada à dependência e à tolerância.
Vejamos
algumas delas:
Álcool – é atribuído um valor social a esta substância. É relacionado, em geral, com alegria e felicidade, “bem visto” socialmente e de fácil acesso. Promove desinibição, euforia, coragem, prazer, etc. Causa tantos danos, ou mais, quanto às outras drogas. Induz ao longo dos anos tolerância e dependência física. É a porta de entrada para outras drogas.
Cigarro – extremamente ligado ao hábito. Mesmo com o mal-estar sentido na primeira vez de uso, as pessoas normalmente voltam a repetir a experiência. Estas se sentem mais confiantes com um cigarro na mão. Produz dependência física, e a vontade de fumar torna-se muito constante. A tolerância se instala rapidamente.
Medicamentos – há uma “semilegalidade”. Também têm poder viciante. Alguns (como, tranqüilizantes, morfina, remédios para emagrecer, antidepressivos) só podem ser acessíveis através de receita médica; embora seja fácil de conseguir sem esta. Outros são vendidos em farmácias sem receita médica, como remédios em geral que quando ingeridos em grandes quantidades causam os mesmos efeitos das outras drogas, podendo causar até mesmo delírios e alucinações.
* Drogas Ilícitas:
Maconha – causa relaxamento, bem-estar, fome, vontade de rir, etc. Ao contrário do que se pensa vicia. O usuário pinga colírio para disfarças os olhos vermelhos e “amanteigados”; acende incensos para disfarçar o cheiro usuário; carrega “acessórios”. Justifica o uso afirmando que a droga não vicia e que faz menos mal que o cigarro ou a bebida; acostuma-se com o uso e a sensação de ilegalidade vai desaparecendo. O usuário ilude-se acreditando que pode parar de fumar quando quiser que não sentirá falta.
Cocaína – pode ser ejetada ou fumada. Produz sensações agradáveis de euforia, fantasias de força, poder, beleza, sedução. Em seguida efeitos muito desagradáveis, como angústia, fissura, cansaço, irritabilidade, que leva o usuário a usar novamente para diminuir estes. Esta vontade é tão forte que lembra o estado psicótico. Tem grande poder de causar dependência.
Crack – Segundo Tiba (2007), uma vez no crack e a pessoa passa a querê-lo sempre. É mais barato que a cocaína e produz sensações mais intensas. Comum a relação do uso deste com envolvimento em outros crimes. O dependente usa dos mais inescrupulosos artifícios para conseguir a droga.
Ecstasy; Crystal; LSD – as reações causadas por estes inicialmente são de grande prazer, envolvendo alegria, bem-estar, “amor”, percepções aguçadas, etc; apesar de efeitos adversos possíveis, como vômito e náuseas. A longo prazo, a capacidade de sentir prazer fica prejudicada, uma vez destrói a serotonina (já que durante o uso há uma descarga exacerbada desta, promovendo posteriormente uma reação homeostática do organismo de produzi-la cada vez menos). É comum o uso em festas.
*** Normalmente, estas substâncias na fase inicial de uso causam sensações de grande prazer e bem-estar, e atendem a satisfação que se busca com seu uso. Por isto jovens se sentem tão atraídos, após a primeira experiência; em voltar a repetir esta outras vezes. Por ser bom repetem cada vez mais. As conseqüências negativas que o uso de drogas trás não são sentidas e percebidas nas primeiras vezes de uso, mas geralmente quando o vício já está instalado. E é aí que mora o perigo. Quando se percebe que a droga está fazendo mal, nos mais diferentes aspectos, já é muito difícil conseguir se livrar dela. Por isto a importância de se prevenir que ocorra a primeira experiência; ou, quando o vício já existe, de interromper o uso e buscar ajuda o mais rápido possível (quanto antes isto ocorrer, menores serão os danos).
Sintomas
São diversos as conseqüências e os sintomas que surgem
quando uma pessoa está usando drogas. Estes variam de pessoa para pessoa. Varia
também de acordo com o tipo de substância utilizada, e a freqüência e
quantidade do uso.
Em geral, os sintomas são: idéias que defendem a legalização ou o uso de drogas; distanciamento familiar; irritabilidade; diminuição do rendimento escolar; diminuição da auto-estima; perda do auto-respeito; perda do autocuidado; redução de interesses; perda de vínculos sociais que não estejam ligados à droga; depressão; solidão; sentimentos de vazio; isolamento; promiscuidade; comportamentos infratores, etc. No caso da dependência os sintomas se agravam cada vez mais, podendo haver também desnutrição; autonegligência; ataques de pânico; evasão escolar; defasagem de valores morais e éticos; prostituição; psicoses, entre outros. Os principais sintomas relacionados ao vício e a dependência são: compulsão para usar a droga / buscar aquele prazer; tolerância aumentada; síndrome de abstinência. Os sintomas relacionados a esta, de acordo Dalgalarrondo (2000), são: ansiedade, inquietação, náuseas, tremor, sudorese, podendo, nos casos muito graves, ocorrer convulsões, coma e morte.
Em geral, os sintomas são: idéias que defendem a legalização ou o uso de drogas; distanciamento familiar; irritabilidade; diminuição do rendimento escolar; diminuição da auto-estima; perda do auto-respeito; perda do autocuidado; redução de interesses; perda de vínculos sociais que não estejam ligados à droga; depressão; solidão; sentimentos de vazio; isolamento; promiscuidade; comportamentos infratores, etc. No caso da dependência os sintomas se agravam cada vez mais, podendo haver também desnutrição; autonegligência; ataques de pânico; evasão escolar; defasagem de valores morais e éticos; prostituição; psicoses, entre outros. Os principais sintomas relacionados ao vício e a dependência são: compulsão para usar a droga / buscar aquele prazer; tolerância aumentada; síndrome de abstinência. Os sintomas relacionados a esta, de acordo Dalgalarrondo (2000), são: ansiedade, inquietação, náuseas, tremor, sudorese, podendo, nos casos muito graves, ocorrer convulsões, coma e morte.
Escola
A escola, juntamente com a família, é um dos veículos
formativos mais importantes para a vida e o desenvolvimento de crianças e
adolescentes. Cuja qual deve ser um lugar propício para o estabelecimento de
valores morais e padrões de conduta. Estes aspectos quando bem internalizados
são considerados fatores de proteção contra o uso de drogas, e,
conseqüentemente, contra outros perigos relacionados (como tráfico; violência;
agressividade; prática sexual inadequada; doenças transmissíveis; companhias inadequadas;
comportamento infrator e delinqüente; evasão e fracasso escolar; etc). As
estratégias utilizadas pelos pais e pela escola para educar crianças e
adolescentes devem, sobretudo, prepará-los para socialização, sendo que esta
deveria apresentar-se da maneira mais saudável possível.
Muitas pesquisas comprovam a relação entre estilos parentais e o consumo de drogas, afirmando que certas atitudes dos cuidadores podem proteger, ou não, os filhos contra consumo de drogas. A escola, quando bem direcionada, contribui muito com os pais no que diz respeito a esta prevenção. Os bons educadores têm meios de contribuir não só na prevenção do problema, mas também em sua detecção precoce.
Muitas pesquisas comprovam a relação entre estilos parentais e o consumo de drogas, afirmando que certas atitudes dos cuidadores podem proteger, ou não, os filhos contra consumo de drogas. A escola, quando bem direcionada, contribui muito com os pais no que diz respeito a esta prevenção. Os bons educadores têm meios de contribuir não só na prevenção do problema, mas também em sua detecção precoce.
Á direção.


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